Comunicação
Bacia de Santos
FPSO Cidade de Ilhabela

Etapa 2

A Etapa 2 consiste na realização de um conjunto de projetos que possibilitarão a produção e o escoamento de petróleo e gás natural na região do pré-sal da Bacia de Santos. Nele, estão incluídos sete Sistemas de Produção Antecipada (SPAs), 13 sistemas de Desenvolvimento da Produção (DPs) e 15 trechos de gasodutos marítimos. Os empreendimentos da Etapa 2 serão realizados a partir de 200 quilômetros da costa e em profundidades de 2 mil metros.

Os SPAs são atividades realizadas para testar a capacidade e o comportamento dos reservatórios de petróleo. A duração estimada desses projetos é de quatro a seis meses. Para isso, a Petrobras utiliza dois navios-plataforma: o BW Cidade de São Vicente e o Dynamic Producer. Os dados obtidos são utilizados no planejamento dos sistemas definitivos de Desenvolvimento da Produção.

Os sete SPAs que serão realizados na Etapa 2 ficam localizados no Campo de Lula e nas áreas de Tupi Nordeste (atual campo de Sépia), Franco (atual campo de Búzios), Entorno de Iara (atual campo de Atapu) e Florim (atual campo de Itapu).

Com duração aproximada de 25 anos, os projetos de Desenvolvimento da Produção da Etapa 2 ficam localizados nos campos de Sapinhoá e Lula e nas áreas de Carioca (atual campo de Lapa) e Franco (atual campo de Búzios).

O primeiro projeto definitivo de produção da Etapa 2 iniciou sua operação em novembro de 2014 por meio do FPSO Cidade de Ilhabela,  instalado no campo de Sapinhoá. Em julho de 2015, foi iniciada a produção do FPSO Cidade de Itaguaí, na área de Iracema Norte, no campo de Lula. Em 2016, três novas unidades entraram em operação: em fevereiro, o FPSO Cidade de Maricá, na área de Lula Alto (campo de Lula); em julho, o FPSO Cidade de Saquarema, em Lula Central e em dezembro, o FPSO Cidade de Caraguatatuba, na área de Lapa. Em maio de 2017, a Petrobras e seus parceiros do Consórcio BM-S-11 iniciaram a produção de petróleo e gás natural na área de Lula Sul, por meio da P-66, primeiro FPSO próprio do Consórcio e a sétima unidade do campo de Lula.

O gás natural produzido nas plataformas será utilizado na geração de energia a bordo, além de reinjeção nos reservatórios. Todo o excedente do gás será escoado por meio dos gasodutos denominados Rota 1, Rota 2 e Rota 3 para ser tratado nas instalações terrestres da Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), do Terminal Cabiúnas (Tecab) e do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), respectivamente. O óleo produzido é transportado por meio de navios-aliviadores para terminais terrestres.

Os pareceres técnicos relacionados ao licenciamento deste empreendimento podem ser acessados no site do Ibama. Para ver como encontrá-los, consulte a aba de Licenciamento.

Conheça abaixo as licenças ambientais para este empreendimento.

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